Acrescento ao post abaixo que "Good Man" é, a par do já divulgado "Radio", um single de Stone Rollin', novo álbum de Raphael Saadiq, cujo lançamento comercial está previsto para o próximo mês de Março. Vamos ficar atentos!
During the latter part of 2010 Jeff Baraka and I had the opportunity to cover a number of concerts on the Hennessey Artistry Tour with the Legendary Roots Crew. I have always been a huge fan of the music created by the best band to ever grace the Hip-Hop genre. In this film I wanted to not only highlight the versatility of a group that has played with most everyone in the industry. But also capture candid moments of real human beings just trying to share the gifts they have been given to the best of their abilities. In addition to the Hennessey Tour, we got an chance to sit down with drummer ?uestlove at the House of Blues in Chicago as the Roots gave the audience a glimpse of why they are considered by many the hardest working band in show biz. All and all the Roots have proven time again that they are indeed Legendary.
"Yes, we can" - esse contemporaneo adagio que hoje serve para quase tudo que se queira chamar de "reivindicacao" -: e o que apetece responder depois de se escutar "You can dance", faixa de Ivory Tower, album editado em 2010 pelo canadiano Chilly Gonzales.
(peço desculpa pela falta de acentuacao mas estou num teclado em mau estado!)
O ano ainda só agora começou mas este é um álbum que se candidata desde já aos melhores de 2011. Dubstep, electrónica e uma voz cheia de soul fazem do novo álbum de James Blake uma peça harmoniosa, minimalista, de audição exigente mas compensadora.
"Limit to your love", single de estreia lançado ainda em 2010 - cujo videoclip é um belo pedaço de cinema, diga-se - é facilmente reconhecível por ser uma cover da faixa com o mesmo nome presente em The Reminder (2007), de Feist. Comparações? Oiçam vocês mesmos! Mas há muito mais para além disso neste disco, que começa muito bem e se torna um pouco mais monótono lá para o fim... Enjoy!
Há um significativo hype à volta de No Time For Dreaming, primeiríssimo disco de Charles Bradley, e percebe-se: o homem - que, note-se bem, tem 62 anos (sim!) e está a lançar o seu primeiro disco (sim!)- está em 2011 a fazer um disco de 60, 70. Se nos dessem a ouvir como sendo de um estreante, decerto não acreditaríamos, ajuizando que esta voz (muito na linha de trovadores da soul como Lee Fields ou Syl Johnson) não poderia ter passado tanto tempo no anonimato. Mas o espanto ganharia verdadeira forma quando nos dissessem que o que estávamos ouvir era deste século...
Ouvir No Time For Dreaming significa, mais do que escutar um belo disco, fazer uma experiência estética: acreditar, ao longo de 12 refinadas faixas, que estamos a ouvir um disco da soul mais clássica (inevitavelmente diferente da soul contemporânea de um Aloe Blacc ou de um Mayer Hawthorne) produzida hoje, nos nossos dias. Afinal, nem tudo vai lá atrás...